A piada dos dias

(Foto: Promenor de tecto do arquitecto Antoni Gaudí, Parque Güell, 1990-1914).
A piada dos dias reside na diferença que sempre renasce após cada amanhecer.
Não há dias iguais. Há reminiscências de bons momentos, de maus bocados, de dor, de alegria, de acção, movimento, cor, melancolia, de amor, desamor... A paixão, ou melhor, aquilo a que eu chamo de "intensidade de paixão" que depositamos em cada acto, movimento que nos precede, marca, sem dúvida, a pessoa que somos, perpetua a nossa simples existência, tornando-nos únicos, especiais.
Somos, acima de tudo, responsáveis por nós próprios.
Hoje, eu não quero dizer mais nada. Toda a palavra é vã.
Sweet Exile

1 Comments:
Na origem dos dia encontramos a escuridão da noite, secreta e misteriosa, que desagua nesse mar de luz que tanto ansiamos...É no mistério e secretismo do escuro que se levantam os maiores anseios e ensejos que só a Luminosidade acalma.
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